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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Evil Dead

Este post é pra quem gosta de filmes, mortos-vivos, demônios ou, simplesmente, histórias nonsense.

Nestes últimos dias tem feito tanto calor que dá vontade só de ficar em casa fazendo nada, na frente do ventilador ou ar-condicionado. Em alguns dias, consegui fazer isso muito bem =D
Tirei um tempo pra ver os filmes de uma série antiga, Evil Dead I e II e Army of Darkness, porque já tinha ouvido falar e parecia ser bem divertido. Vou falar rapidamente dos filmes tentando evitar spoilers, mas se você quer evitar  informação extra, passe rapidamente pela página e só veja as imagens ;D
O primeiro filme, Evil Dead (Uma Noite Alucinante, ou A Morte do Demônio), é um terror trash, com a história padrão do grupo de amigos que vai para uma cabana abandonada e acabam despertando um grande mal. O legal é que o demônio malvadão que ataca eles não aparece; ele é representado simplesmente pela câmera avançando pelo bosque, invadindo a cabana e eventualmente atacando algum deles.

 fonte: photobucket

Enfim, esse demônio é libertado quando eles tocam a gravação de uma fita em que um cara lê uma passagem do Livro dos Mortos.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Edição Especial

Já viram as "Edições Especiais" de filmes? Aquelas que vêm com final alternativo, cenas extras, "versão do diretor", etc. Ao mesmo tempo em que é legal ter conteúdo extra, muitas vezes essas versões são mais uma desculpa pra lucrar em dobro (ou triplo, quádruplo...) em cima de uma idéia que já deu certo, mas de um jeito mais maroto do que fazendo uma continuação.
"Ah, o estúdio meteu o dedo e eu acho que a cena 37 devia vir antes da 36 e ter aquele um segundo a mais" = versão do diretor
"Nossa, o esboço do roteiro tinha um final diferente" = final alternativo
"Olha, cagaram tudo mas o filme foi bem pelo marketing, vamos editar e fazer algo que preste" = edição definitiva
Não entenda mal; nada contra os filmes que têm toneladas de extras. Isso é legal, é algo que todo fã deve curtir, mas ficar capitalizando infinitamente sobre um título pode tornar-se ridículo. Exemplo "aconteceu comigo": Fui comprar uns filmes (promoção e pá...) e encontrei Blade Runner, aquele filme velhão sobre o cara que caça andróides. Nunca vi, e por isso queria comprar. Me disseram que uma versão reeditada era melhor que a original, mas qual não foi minha surpresa quando encontrei duas versões: a "Versão Final do Diretor" e "Corte Final". Googleando um pouco achei esta empolgate notícia de 2006 que fala sobre o lançamento da quarta versão do filme - o tal "Corte Final". Então temos um filme com quase trinta anos que não recebeu continuações, mas tem QUATRO versões.